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Maputo expulsa 60 trabalhadores ilegais chineses


Imagem noturna de Maputo, capital de Moçambique
Imagem noturna de Maputo, capital de Moçambique

Os chineses trabalhavam numa empresa de construção civil na cidade de Maputo.

O ministério do trabalho de Moçambique emitiu uma ordem de expulsão de 60 trabalhadores chineses que trabalhavam ilegalmente no país.

A ordem tem efeitos imediatos. Os chineses trabalhavam numa empresa de construção civil na cidade de Maputo.

Segundo um comunicado de imprensa do ministério do trabalho, os chineses não tinham permissão para trabalharem em Moçambique.

A legislação moçambicana proíbe o recrutamento de estrangeiros para fazer trabalhos que podem ser feitos por nacionais. Mas os chineses estão um pouco por todo o país a fazer negócios, uns de forma legal e outros ilegalmente.

O mesmo acontece com portugueses afectados pela crise económico-financeira mundial em casa.

Os portugueses, com facilidade de língua, instalam-se facilmente e abrem negócios, sobretudo no sector de hotelaria.

Esta não é a primeira vez que o ministério do trabalho emite ordem de expulsão de trabalhadores estrangeiros. Já o fez com portugueses, indianos e franceses acusados de maltratar moçambicanos em locais de trabalho.

Mas, afirmna o governo de Maputo, a expulsão dos trabalhadores chineses não vai estragar as relações de amizade e cooperação entre Moçambique e China.

Aliás, a Ministra do Trabalho, Maria Helena Taipo, assinou a ordem de expulsão dos chineses e viajou na semana passada para participar numa formação na China. São cerca de dez ministros do governo moçambicano que se encontram na China numa acção de capacitação.

Este é o segundo grupo de governantes moçambicanos a beneficiar de formação de cerca de um mês na República Popular da China, no âmbito das relações entre os dois países, sendo que os governos moçambicano e chinês consideram que ilegalidades devem ser denunciadas e combatidas.

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