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Angola: Hospital do Kwanza-sul tem falta de pessoal médico


Angola: Hospital do Kwanza-sul tem falta de pessoal médico

Angola: Hospital do Kwanza-sul tem falta de pessoal médico

Hospital está a funcionar 24 horas ao dia

O hospital municipal do Libolo na província do Kwanza-Sul necessita com urgência de 86 enfermeiros e 25 médicos de várias especialidades para responder á demanda populacional na região.
O facto foi lamentado pelo director do hospital Lúcio Mukaje que contudo destacou o funcionamento hospitalar como positivo numa altura que os principais serviços de urgência se apresentam funcionais 24/24 horas,.
No rol desses serviços contam-se os serviços de medicina interna, serviço de pediatria, do bloco operatório incluindo a cirurgia geral, de ginecologia e obstetrícia.
Para Lúcio Mukaje, caso haja injecção de mais recursos humanos o hospital local poderá contar doravante com os serviços de oftalmologia, ortopedia, estomatologia bem como os serviços de endoscopia.
Em termos de diagnóstico e terapêutica, os serviços de laboratório, RX incluindo exames de ecografia, e farmácia interna funcionam sem sobressaltos e Lúcio Mukaje descreve em termos estatísticos o pessoal que dispõe o hospital, bem como os necessários para enfrentar os desafios. O diretor dosse que o hospital conta com cerca de 43 enfermeiros, 2 técnicos de diagnósticos e terapêutica isto é, um analista e um técnico de RX".
"Em termos de médicos, temos 9 médicos sendo 5 internos geral ou de clínica geral, um cirurgião, um radiologista, uma anestesista, uma pediatra, e um ginecologista e também temos licenciados em enfermagem nomeadamente: 2 licenciados em materno infantil cuidam das mulheres grávidas e consequentemente fazem o segmento e temos um instrumentalista licenciado para responder a demanda que o hospital vive. Nesta altura devíamos ter um total de pelo menos para o melhor funcionamento do hospital 86 enfermeiros e 25 médicos," acrescentou.
O médico disse que as doenças mais frequentes são doenças infecciosas e parasitárias.
"Nesta altura a patologia mais frequente é a malária sobretudo em crianças menores de cinco anos e também em mulheres grávidas, depois seguem-se a as doenças diarreicas e respiratórias agudas,» acrescentou.

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