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São Tomé e Príncipe participa no segundo exercício naval regional


Fenómeno crescente da pirataria e do contrabando obriga os países do Golfo da Guiné a levar a cabo operações de carácter preventivo com exercícios conjuntos das respectivas marinhas

Fenómeno crescente da pirataria e do contrabando obriga os países do Golfo da Guiné a levar a cabo operações de carácter preventivo com exercícios conjuntos das respectivas marinhas

Dez membros da marinha Santomense tomaram parte no OBANGAME EXPRESS. A manobra envolveu 11 países incluindo os Estados Unidos

A marinha americana patrocinou este ano o exercício naval conjunto “Obangame express” que acaba de ter lugar na Nigéria e que envolveu os países do Golfo da Guiné e europeus no quadro dos esforços internacionais de combate ao crescente fenómeno da pirataria e contrabando marítimo.

Ao todo foram 11 países cujas forças navais ou membros da marinha, puderam integrar as operações de comando de um exercício que está em vias de ser tradição e que preconiza lutar contra a pirataria e o ilícito na sub-região.

Tropas do Benim, Camarões, Gabão, Gana, Nigéria, Congo, São Tomé e Príncipe, Togo, Espanha, Bélgica e os Estados Unidos, testaram mais uma vez as capacidades de intervenção naval numa zona onde a criminalidade e a ilegalidade estão a privar muitos governos de recursos que poderiam ajudar na solução dos problemas sociais.

Para os responsáveis militares da região que tiveram a oportunidade de participar nesse exercício que decorreu em Kalabar na Nigéria, a presença dessas forças na zona lançam o sinal de que a era da criminalidade no Golfo da Guiné tem os dias contados.

Para falar da importância desses exercícios navais e dos desafios da segurança marítima regional, a VOA entrevistou o Tenente Coronel das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe, Alfredo Marçal Lima.

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