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UNICEF vai ajudar vítimas de ciclones em Moçambique


Roberto De Bernardi da UNICEF Maputo

Roberto De Bernardi da UNICEF Maputo

Quarenta mortos, mais de 119 mil pessoas afectadas, campos agrícolas atingidos numa área superior a 139 mil hectares. São estes os danos causados por ciclones e inundações que este ano fustigaram oito províncias moçambicanas, incluindo a cidade de Maputo.

Quarenta mortos, mais de 119 mil pessoas afectadas, campos agrícolas atingidos numa área superior a 139 mil hectares.
São estes os danos causados por ciclones e inundações que este ano fustigaram oito províncias moçambicanas, incluindo a cidade de Maputo.
Calamidades que também destruíram diversas infra-estruturas sociais. São prejuízos que ainda não foram quantificados, mas que se sabe foram elevados.
As autoridades governamentais não lançaram nenhum apelo internacional de emergência, mas, por iniciativa própria, alguns países e organizações têm estado a prestar ajuda.
É o caso do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) que está a negociar com uma agência norte-americana a possibilidade de disponibilização de cerca de um milhão de dólares americanos.
Roberto de Bernardi é o Representante Adjunto da UNICEF, em Moçambique. UNICEF que, neste país, tem seis áreas principais de intervenção: saúde e nutrição, água e saneamento, educação de base, protecção das crianças, comunicação para o desenvolvimento e políticas sociais.
Em 2010, os investimentos da UNICEF cifraram-se em cerca de 42 milhões de dólares americanos, em 2011 foram 48 milhões e, este ano, o volume deverá ser também de 48 milhões de dólares.
Em Moçambique, o enfoque das actividades do Fundo das Nações Unidas para a Infância continuará a ser o mesmo, mas com uma ligeira diferença, em 2012; aquela agência da ONU vai privilegiar também de forma particular as crianças que residem nos meios urbanos e peri-urbanos.
Meios onde, não obstante as melhorias progressivas registadas em diversos domínios e serviços, ainda há uma parte significativa da população que não tem acesso à água potável nem instalações sanitárias adequadas, incluindo crianças.

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