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EUA querem "ampliar" relações com Angola

  • Isaías Soares

David Brooks, encarregado de negócios da Embaixada dos EUA em Luanda

David Brooks, encarregado de negócios da Embaixada dos EUA em Luanda

Diplomata americano visita Malanje para se inteirar de projectos financiados pelos EUA

10 Fev 2011 - Os Estados Unidos estão interessados em “ampliar” as suas relações económicas e comerciais com Angola, disse o encarregado de negócios americano David Brooks.

O diplomata americano encontra-se de visita à província angolana de Malanje para falar com dirigentes da província e avaliar os projectos de desenvolvimento financiados pelos Estados Unidos.

Brooks visitou nas últimas 48 horas o Hospital Municipal de Malanje, integrado no projecto de combate a malária a cargo da empresa angolana Consaúde e um campo de desminagem da ONG Ajuda Popular da Noruega (APN), a leste desta cidade.

Cerca de 100 milhões de dólares americanos é a contribuição do governo dos Estados Unidos da América, com a iniciativa presidencial que visa reduzir a malária em Angola.
O encarregado de negócios americano disse que a sua visita se destina a “conhecer o governador, os líderes dos maiores partidos e de visita aos locais onde há programas que recebem apoio e suporte dos EUA”.

Brooks disse que o apoio americano a Angola “vai continuar no futuro imediato”.
Terça-feira o diplomata reuniu - se em separado com os responsáveis dos partidos MPLA e Unita, com os quais abordou questões de ordem política e o engajamento para as eleições gerais previstas para 2012.

À sua chegada David Brooks e a sua delegação foram ao encontro do chefe do executivo local, Boaventura da Silva Cardoso, que na oportunidade manifestou o interesse de investimentos americanos para a província de Malanje.

O encarregado de negócios da embaixada dos Estados Unidos reconheceu que as relações económicas estão centradas no petróleo angolano.“Mas como o governador me mencionou há a necessidade de diversificar a economia angolana, e, obviamente vamos ver possibilidades de ampliar as nossas relações,” acrescentou mencionado o turismo, o comércio e a agricultura como zonas de uma possível maior inter-acção.

O diplomata disse que poderá influenciar os empresários do seu país a investirem nas áreas da agricultura e do turismo a julgar pelas potencialidades existentes

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