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Reforço contra pirataria no canal de Moçambique


Piratas somalis

Piratas somalis

Moçambique, África do Sul e Tanzânia assinaram, em Dar-Es-Salaam, um memorando de entendimento.

Moçambique, África do Sul e Tanzânia reforçaramm medidas de fiscalização e combate à pirataria marítima no Canal de Moçambique. Os três países assinaram, em Dar-Es-Salaam, capital tanzaniana, um memorando de entendimento.

O documento ora assinado visa fundamentalmente coordenar e reforçar acções de fiscalização, controlo e combate a todo o tipo de actividades ilícitas no espaço marítimo de Moçambique, África do Sul e Tanzânia.

Moçambique foi representado pelo ministro da Defesa Nacional, Filipe Nyusi. As autoridades moçambicanas acreditam que esta acção conjunta vai promover a paz, estabilidade e bem-estar entre os respectivos povos.

Moçambique tem experiência amarga sobre a pirataria marítima. Em plena quadra festiva do final do ano de 2010, 19 pescadores foram sequestrados ao largo do banco de Sofala no alto mar pelos famosos piratas somalis.

Os moçambicanos e três estrangeiros foram levados até à costa da Somália e depois usados para sequestrar outros navios no Oceano Índico. Cerca de cinco meses depois a sua embarcação foi interpelada pela marinha de guerra da Índia. Houve troca de tiros e sete moçambicanos desapareceram no alto mar. Os outros 12 salvaram-se e foram resgatados.

Desde então, Moçambique tem estado a desdobrar-se na procura de soluções para garantir a segurança nas suas águas territoriais. O governo adquiriu navios de patrulha em Espanha e com a ajuda da poderosa vizinha África do Sul vai garantindo a segurança marítima.

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