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Guiné-Bissau pediu 3 milhões de euros para as eleições


Guiné-Bissau pediu 3 milhões de euros para as eleições

Guiné-Bissau pediu 3 milhões de euros para as eleições

Para o presidente da CNE, é fundamental a contribuição da comunidade internacional para as presidenciais antecipadas

As eleições estão marcadas para 18 de Março. É pouco mais de um mês, mas a componente financeira representa, de momento, a maior preocupação das entidades envolvidas no processo.

E é nesta perspectiva que o Governo chamou a Comunidade Internacional, sedeada em Bissau, para expor os problemas em vista.

Cálculos, em francos CFA (Comunidade Financeira Africana) apontam que, para o acto eleitoral, a Comissão Nacional de Eleições precisa de 2 bilhões e 195 milhões de F.cfa, correspondente a pouco mais de 3 milhões de Euros, mas do montante em CFA, o Governo já avançou com mais de 517 milhões e 373 restando agora o valor acima de 1 bilhão 678 milhões de F.cfa.

Face a este constrangimento financeiro para cumprir com a data marcada, o Executivo não teve outra saída, a não ser esperar a contribuição dos parceiros intencionais.

Para Desejado Lima da Costa, Presidente da CNE, é fundamental a contribuição da comunidade internacional para as presidenciais antecipadas de 18 de Março.

Em cima da mesa a busca da verba para garantir as presidenciais antecipadas. Um escrutínio que perspectiva muita disputa política.

Vários candidatos já se contam: Carlos Gomes Júnior, presidente do PAIGC, que precisa ser caucionado pelo Comité Central. Ainda no PAIGC está evidente a candidatura de Serifo Nhamadjo, que por sinal, mesmo que não seja patrocinado pelo partido, vai avançar como independente, e de Baciro Dja, actual Ministro da Defesa Nacional.

Henrique Rosa que esteve bem posicionado nas últimas eleições vai também concorrer a estas eleições, tendo agendado para amanha a apresentação oficial da sua candidatura.

No PRS, tudo indica que vai ser Kumba Yala, uma vez mais, cuja chegada é aguardada nos próximos dias.

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