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Moçambique: Centenas de pessoas sem abrigo devido à chuva

  • William Mapote

Choveu forte em Maputo

Choveu forte em Maputo

Tempestade destroi habitações e infra-estruturas no sul do país

Uma tempestade que assolou o sul de Moçambique forçou centenas de pessoas a abandonar as suas casas.

Na província de Gaza cerca de 960 casas foram destruídas.

Há noticias não confirmada que cerca de 500 pessoas teriam perdido as suas casas.

A maioria das casas estava construída com base em materiais locais ou misto e situava-se nas cidades de Xai-Xai (capital provincial), Chokwè e Chibuto, e nas vilas de Bilene, Guijá e Manjacaze.

Outras informações indicam que foram danificadas cerca de 10 infraestruturas escolares na mesma província, incluindo o pavilhão da Universidade Pedagógica recentemente construído nos arredores da cidade de Xai-Xai, e que caiu o teto da cadeia distrital.

Na capital, Maputo, cerca de 480 pessoas estão desalojadas em cinco bairros da periferia da cidade, na sequência da chuva que pelo terceiro dia consecutivo voltou a caír hoje na zona sul do país.

Este número de desalojados resulta da inundação de cerca de pelo menos 400 casas, o que obrigou à evacuação dos residentes, que estão agora alojadas, provisóriamente em igrejas e recintos escolares.

De acordo com o balanço divulgado pelo Centro Nacional Operativo de Emergência revelam que a tempestade que continua a afectar o país, já deixou um rasto de destruição pelas três províncias da zona sul do país, nomeadamente, Maputo, Gaza e Inhambane.

Para além de casas cujo número ainda está por contabilizar nas três províncias há indicações de outras infra-estruturas severa ou ligeiramente, sendo a província de Inhambane, a que apresenta mais danos.

A chuva que continua a caír, agora com fraca intensidade está a condicionar o início do ano lectivo, oficialmente aberto nesta terça-feira.

Enquanto que em algumas escolas as aulas ainda não iniciaram devido a destruição parcial das infra-estruturas, noutras o facto se deve a inundação.

Entretanto, o Centro Nacional Operativo de Emergência iniciou já está a posicionar as suas equipas e meios materiais, com vista a minimizar o impacto da chuva na populações.



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