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Costa do Marfim: Mediação de Pedro Pires posta em causa

  • Eugénio Teixeira

Laurent Gbagbo,(dr), em Abidjan, a 28 Dez 2010, com o presidente do Boni Yayi, Pedro Pires presidente de Cabo Verde, e o Presidente Ernest Bai Koroma, Serra Leoa

Laurent Gbagbo,(dr), em Abidjan, a 28 Dez 2010, com o presidente do Boni Yayi, Pedro Pires presidente de Cabo Verde, e o Presidente Ernest Bai Koroma, Serra Leoa

Cabo Verde 7 Janeiro 2011 - A permanência do Presidente Pedro Pires na missão enviada à Costa do Marfim não é positiva para o alcance dos objectivos da CEDEAO e para a imagem e diplomacia de Cabo Verde no seio da organização.

Essas declarações foram proferidas pelo presidente do Movimento para a Democracia, Carlos Veiga. O líder do principal partido da oposição justifica esse pronunciamento na sequência das notícias divulgadas na imprensa marfinense, e alguns comunicados que a IDC-África, instituição da qual é presidente, recebeu de partidos amigos na Costa do Marfim.

Perante esses factos, diz o líder do MPD, a credibilidade política do PR fica manchada.

Carlos Veiga defende que a contribuição de Cabo Verde deve ficar até aqui visto estar agora a ser prejudicial ao alcance dos objectivos da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental e para a própria imagem e diplomacia do país.

A permanência do Presidente Pedro Pires na missão enviada à Costa do Marfim não é positiva para o alcance dos objectivos da CEDEAO e para a imagem e diplomacia de Cabo Verde no seio da organização, disse Carlos Veiga líder do MPD – principal partido da oposição, o chefe de estado cabo-verdiano, Pedro Pires, responde, dizendo que Veiga não entende muito disso.

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