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Moçambique: Governo ameaça refractários ao serviço militar


Imagem noturna de Maputo, capital de Moçambique

Imagem noturna de Maputo, capital de Moçambique

O processo de recenseamento militar obrigatório começou ontem e deverá abranger cerca de 160 mil jovens

Em Moçambique o ministério da defesa advertiu que sancionará todos os jovens que não regularizem a sua situação militar.

O processo de recenseamento militar obrigatório começou ontem e deverá abranger cerca de 160 mil jovens que completam 18 anos até Dezembro.

O registo dos jovens - alargado aos cidadãos até aos 35 anos que, por diversos motivos, não se tenham recenseado em ocasiões anteriores - será feito nos centros de recrutamento das 11 províncias moçambicanas e nos consulados no estrangeiro.

Ao abrigo da lei, "o cidadão que não se apresentar ao recenseamento militar e não regularizar a sua situação militar nos prazos acima referidos é considerado faltoso ao recenseamento militar e fica sujeito a sanções".

O actual efectivo do exército de Moçambique atinge os 18 mil homens, depois da maioria de as antigas tropas governamentais da FRELIMO e da guerrilha da RENAMO, hoje principal partido da oposição, terem preferido a desmobilização à integração no exército unificado definido no Acordo Geral de Paz, assinado em Roma, em Outubro de 1992.

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