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Seul prevê melhorias no relacionamento com a Coreia do Norte


Presidente sul-coreano Lee Myung-bak na alocução por ocasião do Ano Novo

Presidente sul-coreano Lee Myung-bak na alocução por ocasião do Ano Novo

Presidente Lee Myung-bak diz entretanto que não perdoará provocações de Pyongyang

O presidente Coreia do Sul prevê “grandes mudanças” na península coreana a seguir a morte no mês passado do líder norte-coreano Kim Jong Il.

Steve Herman correspondente da Voa em Seoul reporta que o presidente Lee Myung-bak diz-se pronto a resolver os problemas de segurança entre os dois países.

O presidente sul-coreano na sua alocução ao país por ocasião do Ano Novo, referiu-se ao ponto de mudança que espera poder conduzir a progressos no relacionamento com a Coreia do Norte.

O president Lee Myung-bak diz que a Coreia do Sul está pronta a resolver as questões de segurança na península e prestar assistencia para o relançamento da emprobrecida economia da Coreia do norte. Mas realçou que isso só acontecerá, se Pyongyang suspender o seu programa nuclear, e que um acordo é possível entre as seis nações envolvidas nas conversações.

Os contactos internacionais sobre o programa nuclear norte-coreano foram suspensos há vários meses.

O presidente da Coreia do Sul reiterou igualmente a sua advertencia de que o seu país irá responder com vigor a toda e qualquer provocação do vizinho do norte.

A Coreia do Norte mantem entretanto a sua severa critica contra o presidente sul-coreano. Na mais recente publicação do jornal do partido comunista norte-coreano (Rodong Sinmun) é exigido ao presidente Lee Myung-bak para que “se ajoelhe e peça desculpas” pelas suas posições em relação a Coreia do Norte.

Contudo a prioridade imediata em Pyongyang parece ser assegurar uma transição ordeira do poder para a terceira geração da familía Kim.

O anúncio da televisão norte-coreiana pede a populção a seguir politica e militarmente o novo comandante supremo, Kim Jong Un.

A mensagem do Ano Novo da Coreia do Norte publicada nos jornais na véspera, apela a todo e qualquer norte-coreano a assumir-se como um “escudo humano” para defender o novo líder se necessário “até a morte”.

A agencia de noticias norte-coreaina indicava que no dia do Ano Novo, Kim Jong Un já se tinha posto ao trabalho. O novo líder prestou homenagem ao seu pai e avó no masoleu familiar, e passou revista a uma divisão de artilharia das forças armadas.

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