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Angolano sugere que instituições estimulem cidadãos a obter bilhete de identidade

  • Danielle Stescki

Espaço do Ouvinte

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É a opinião do funcionário público reformado Daniel Dambuka.

Daniel Dambuka, de 59 anos, é funcionário público reformado e cidadão consciente dos direitos dos angolanos.

Um assunto que o preocupa é o facto de muitas pessoas não terem o bilhete de identidade, um documento essencial para qualquer angolano que queira votar, estudar e ter um emprego.

Em 2018 haverá eleições gerais em Angola, e Dambuka lembra que sem o bilhete não é possível votar.

A grande distância que os cidadãos têm que percorrer até o local onde o bilhete de identidade é emitido é um dos vários factores que dificultam a obtenção do documento, além do custo da viagem.

A falta de informação também faz com que muitos angolanos não compreendam o significado de cidadania e, portanto, a importância do bilhete de identidade, o que acontece com a população Mucubal na província do Namibe, segundo explica o entrevistado.

Para acabar com o referido problema, ele sugere que as instituições vão até o cidadão para informar, explicar e emitir o registo civil e o bilhete de identidade.

"Nas aldeias há muitas idosos que não têm bilhete de identidade. Eles querem, mas não têm meios," explica Daniel Dambuka.

Confira a entrevista na íntegra.

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