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Angolano conta como foi estudar engenharia em França

  • Danielle Stescki

Adelino Bimba

Adelino Bimba

Adelino Bimba também comenta o problema do lixo e oferece sugestões para solucioná-lo.

O angolano Adelino Bimba, de 27 anos, estava um dia a andar pela rua na cidade do Lobito, Benguela, e viu um anúncio sobre um concurso público nacional que permitia aos seleccionados estudarem engenharia em França.

Inscreveu-se, passou e foi para aquele país, onde mora há cinco anos, a fim de estudar Engenharia Química. Depois de concluir o curso começou um mestrado em Engenharia de Segurança e do Ambiente.

O mestrado lhe permite trabalhar na empresa Volvo, experiência possível através de um contrato de profissionalização que oferece ao estudante passar 40% do tempo na universidade e 60% no emprego.

Ele é um angolano que continua conectado com o seu país. Um dos assuntos que mais lhe interessa é o problema do lixo. Bimba dá sugestões para resolver esse problema tão importante para os angolanos.

"Na minha humilde forma de ver as coisas, é necessário que se ponha a pessoa que suja como parte integrante do projeto, quer dizer, todos os angolanos", explicou.

Ele se refere "a trabalhar com as escolas para incluir matérias que façam com que os estudantes desde pequenos sejam sensibilizados a respeito da problemática do lixo."

"É por causa do lixo que existem certas doenças em Angola. Temos muito professores que poderiam fazer palestras".

Bimba quer voltar a Angola e se tiver oportunidade quer por em prática a sua sugestão.

Confira a entrevista na íntegra.

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