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Angolano faz apelo para que mais jovens participem da vida pública

  • Danielle Stescki

Simão Hossi ajudando na recolha de alimentos e vestuários para as populações do Cunene, Uíge, Benguela durante as cheias em 2011.

Simão Hossi ajudando na recolha de alimentos e vestuários para as populações do Cunene, Uíge, Benguela durante as cheias em 2011.

Simão Hossi, de 32 anos, considera que o crescimento nas comunidades depende muito da participação dos cidadãos na vida pública.

Mas ele alerta que essa participação tem que ser verdadeira, e precisa ser entendida pelos governantes, sejam eles administradores comunais, municipais ou de comissões de moradores.

De acordo com Hossi, as autoridades fazem discursos e apelam para que os cidadãos participem, mas o problema é que, na prática, essa participação não acontece.

Hossi explica que os cidadãos não podem ter medo, e que devem começar na vida pública através de grupos informais e organizações não-governamentais, como as associações de bairros das suas próprias comunidades.

Em 2002, começou a fazer trabalho voluntário, quando membros da organização feminina "Acção Angolana para Mulheres" visitaram a escola onde ele estudava, e procuraram pessoas interessadas em aprender a respeito de direitos humanos e doenças sexualmente transmissíveis.

Desde então, ele nunca mais parou porque tem um compromisso moral e público com os angolanos.

Simão Hossi faz diversos trabalhos voluntários em lares para crianças e idosos. Além disso, ajuda a organizar brincadeiras com a finalidade de arrecadar donativos e bens não-perecíveis destinados a jogos de solidariedade.

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Confira a entrevista na íntegra.

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