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UNITA acusa TPA de má-fé no caso Augusto Silva

  • Manuel José

A UNITA desmentiu informações postas a circular dando conta que o seu membro, general Isaias Chitombi, teria assassinado o cidadão Augusto Silva.

A UNITA desmentiu informações postas a circular dando conta que o seu membro, general Isaias Chitombi, teria assassinado o cidadão Augusto Silva.

O partido do galo negro por intermédio do seu membro do Comité Permanente, Adalberto da Costa Júnior, disse que vai solicitar a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito, para apurar os factos: “Pretendemos solicitar uma Comissão Parlamentar de Inquérito a estes actos.”

Para a UNITA existe uma intenção deliberada de manchar a reputação dos seus membros: “Numa clara intenção de atingir politicamente o partido e o bom nome de seus dirigentes.”

No centro da polémica está a cidadã Carlota Tekassalan que numa entrevista à TPA acusou o general Chitombi de ter morto Augusto Silva, por alegado caso de burla. A UNITA não só desmentiu o facto como apresentou a suposta vitima: Augusto Silva que diz estar bem vivo.

“Eu sou Augusto Silva e não estou morto, essas coisas de burla não quero entrar, isso tudo é uma mentira.”

Augusto Silva na primeira pessoa e em viva voz contou a sua versão dos factos:

“Quando eu fui ao Congo, levar a minha esposa para tratamento, a senhora Carlota aproveitou-se para "chular" o velho Chitombi, em meu nome.”

Augusto Silva disse ter sido espancado, aquando da sua passagem pela Direcção Nacional de Investigação Criminal de Luanda e que o obrigaram a negar que se chamava Augusto Silva.

“Dormi na cela, bateram-me e obrigaram-me a dizer que eu não era Augusto Silva.”

Augusto Silva, o suposto cidadão assassinado pelo general Chitombi. A UNITA diz não ter dúvidas de que a TPA agiu de má-fé para denegrir a imagem do partido:

“A TPA assumiu-se como um instrumento político ao serviço de interesses obscuros, ferindo a dignidade da pessoa humana.”

O que para os "maninhos" é um sinal claro de que Angola se está a transformar num estado totalitário.

“O regresso ao estado totalitário é cada vez mais evidente e urge uma reacção firme e rápida sob risco de amanhã ser tarde e ter consequências que hoje se pode evitar”, disse Costa Júnior.

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