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Angola: Trabalhadores da TCUL substituídos

  • Coque Mukuta

Cerca de dois mil trabalhadores da empresa de Transportes Colectivo e Urbano de Luanda (TCUL), foram substituídos este domingo por alegados elementos da Unidade da Guarda Presidencial e da organização juvenil do MPLA.

Os grevistas disseram à VOA estarem surpresos com a decisão tomada pela direcção da empresa.

Os mais de dois mil trabalhadores da TCUL continuam parados e sem colocação por Terem sido substituídos por ele mentos ligados à Unidade da Guarda Presidencial (UGP) que armados fazem agora de motoristas e da organização juvenil do MPLA, (JMPLA) como cobradores, tal como nos confirmou Gildo da Silva um dos membros da comissão de greve decretada no dia um deste mês.

“Eles colocaram homens da UGP no volante e estão a andar armados já os da JMPLA estão como cobradores, e apenas nos estão a dizer que ficam ainda assim não sabemos porque que estão agir deste forma” lamentou o grevista.

Silva disse ainda que os trabalhadores foram surpreendidos com a medida tomada pela direcção da empresa: "Nós cumprimos com os requisitos legais e agora a greve termina assim e fomos surpresos com a acuação da direcção da empresa” disse.

Os trabalhadores dos transportes de Luanda haviam iniciado a greve por tempo indeterminado reivindicando aumentos salariais, pagamento de subsídios e melhores condições de trabalho.

A empresa funciona das 5h da manhã às 22horas, dentro de Luanda e interliga as várias províncias do país.

A direcção da empresa até ao momento ainda não se pronunciou sobre a medida tomada.

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