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Sinprof analisa greves e reivindicações dos professores angolanos

  • Isaías Soares

Enquadramento de professores e dívidas do Ministério da Educação para com os docentes estarão também em debate.

O Sindicato Nacional dos Professores (Sinprof) reúne-se a partir de amanhã, 22, em Malanje para analisar os problemas da classe à escala nacional.

O encontro ocorre num período em que o sector da educação tem sido marcado por greves através do país sem que os problemas levantados pelos professores tenham solução.

A situação das greves interpoladas em curso na Huíla, Lunda-Norte, no Kwanza-Norte também estará em debate, segundo o secretário provincial do Sinprof em Malanje, Graça Manuel.

“Há também um caderno reivindicativo entregue ao Ministério da Educação, que está a ser negociado e que de concreto nada se vê”, referiu Manuel, adiantando que “não convence sequer os secretariados provinciais e tão pouco, os filiados que estamos a dirigir”.

O encontro de Malanje, que se estende até sábado, 25, vai levar os membros do Conselho Nacional do Sinprof a tomar posições que visam solucionar os problemas ligados à actualização de categorias dos docentes, estatuto do sindicato e o cumprimento do dever.

“Temos já algumas informações de que esse estatuto está ultrapassado, é preciso ser revisto e também analisar os relatórios dos secretariados provinciais relativamente às tarefas que têm sido levadas a cabo em prol do crescimento da organização no país”, adiantou.

Outros problemas em debate são o mau enquadramento dos professores, a ausência de promoções e as dívidas com salários em atraso por parte da Direcção Provincial da Educação.

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