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Adesão de Angola à zona de comércio livre da SADC não é para já

  • Teodoro Albano

Aderiram à zona a África do Sul, Botswana, Lesoto, Malawi, Ilhas Maurícias, Moçambique, Namíbia, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia, Zimbabué e Madagáscar

A adesão de Angola na zona de comércio livre da sub-região africana da SADC não faz parte das prioridades das autoridades do país. Esta ideia foi deixada no Lubango pelo ministro da Indústria e Geologia e Minas, Joaquim David.

O governante fez saber que apesar de ser membro fundador da SADC, Angola precisa de olhar com prioridade para as questões domésticas, antes de partir para a competição com os demais países do bloco neste domínio;

“Nós estamos a acompanhar este processo com uma certa prudência porque sendo um país que saiu recentemente de conflito, temos necessidades domésticas prioritárias e também a necessidade ganharmos capacidade para competir num contexto mais maduro mais evoluído.”

A zona de comércio livre na SADC vigora desde Janeiro de 2008. A mesma visa a junção de dois ou mais países que de forma imediata e gradual procedem a abolição de direitos aduaneiros e de restrições quantitativas de mercadorias.

Aderiram à zona países como África do Sul, Botswana, Lesotho, Malawi, Ilhas Maurícias, Mauritânia, Moçambique, Namíbia, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia, Zimbabué e Madagáscar.

O ministro Joaquim David falava à margem da abertura da vigésima edição da Expo-Huíla 2012 que visa a divulgação da produção nacional. O evento reúne 150 empresas mais de 90 por cento nacionais.
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