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Onze anos depois Angola continua a erguer-se

  • Arão Ndipa

As desigualdades sociais constituem ainda as principais contrariedades entre as populações

Angola prepara-se para celebrar mais um aniversário da assinatura dos Acordos de Paz a assinalar-se no próximo dia 4 de Abril. A ocasião está a ser aproveitada para se reflectir em torno dos benefícios deste precioso bem, depois de décadas de guerra que destruiu o país e dividiu os Angolanos.


Onze anos depois Angola continua a erguer-se e a consolidar um processo de reconstrução e de reconciliação nacional através de políticas de inclusão muito embora as desigualdades sociais constituírem ainda as principais contrariedades entre as populações.

Com a estabilidade política os Angolanos exerceram, por duas vezes, o direito de voto e testemunharam a alteração da Constituição da República que reforçou os poderes de José Eduardo dos Santos e garantiu a manutenção do MPLA à frente da governação do país.

Analistas e membros da sociedade civil assumem a convicção que o modelo de paz de Angola pode servir de referência para o continente africano onde o debate político e a consolidação das instituições democráticas permitem uma convivência pacífica entre as várias tendências.

Os Angolanos atribuem os benefícios da estabilidade política no país, à maturidade dos políticos e da sociedade civil. Mas a pobreza continua a ser o principal adversário entre a maioria das populações.

Para nos falar sobre o assunto ouvimos o analista político, Elias Chinguli, o músico e escritor Filipe Zau e o coronel Correia de Barros, do Centro de Estudos Estratégicos de Angola.
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