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Angolana Maria Luísa Abrantes entre as 20 mulheres africanas do ano

  • Sósimo Leal

Maria Luísa Abrantes, Presidente Agencia Nacional para o Investimento Privado de Angola (ANIP)

Maria Luísa Abrantes, Presidente Agencia Nacional para o Investimento Privado de Angola (ANIP)

A eleição organizada pela Jeune Afrique foi por ocasião do 8 de Março e teve por objectivo dar a conhecer as africanas cujas acções e iniciativas fizeram avançar o continente nos últimos tempos.

A angolana Maria Luísa Abrantes faz parte do grupo de "20 mulheres africanas que fizeram avançar o continente”, eleitas pela revista Jeune Afrique.

Maria Luisa Abrantes é presidente da Agência Nacional para o Investimento Privado de Angola (ANIP) e é descrita pela revista francófona como sendo alguém que promove oportunidades de investimentos no seu país, por onde passa.

Ela partilha o pódio com outras africanas, entre as quais, Fatou Bensouda, procuradora-geral do Tribunal Penal Internacional e Nkosasana Dlamini-Zuma, presidente da Comissão da União Africana.

A VOA entrevistou entretanto a eleita, que foi modesta no seu comentário.


Esta notícia coincide igualmente com a eleição ontem pelo Fórum Económico Mundial de uma vintena de jovens africanos como Jovens Líderes Globais.

Entre os 214 eleitos à escala mundial, a lista contempla 19 jovens da África Subsaariana e três do Magreb.

A eleição tem por objectivo atribuir mérito de excepcionalidade aos jovens que se destacaram quer seja no sector publico como privado.

Desse grupo ficaram de fora os jovens dos países lusófonos africanos. Aliás, o grupo é dominado pela África do Sul e o Quénia, mas tem a presença de nigerianos, tanzanianos, um ganês, um ugandês e um sul-sudanês.

Carlton Cadeado, docente no Instituto de Relações Internacionais de Maputo, analisa esta performance de jovens africanos quer nos sectores públicos e privados, assim como a eleição da angolana Maria Luísa Abrantes como uma das 20 mulheres que fizeram avançar o continente pela revista Jeune Afrique.


O especialista moçambicano adianta igualmente que além de ser uma estratégia de governos a promoção da liderança e excepcionalidade juvenil, há outros factores que concorrem também nestas eleições. Destacou entres eles as relações culturais e o papel dos médias que às vezes acabam por ser promotores de excelência.

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