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Autoridades angolanas transferem presos para combater superlotação das cadeias

  • Redacção VOA

Director dos Serviços Prisionais, Antonio Fortunato

Director dos Serviços Prisionais, Antonio Fortunato

Da Huíla para Namibe e Cunene

Reclusos em cadeias superlotadas em Angola vão começar a ser transferidos para estabelecimentos prisionais noutras províncias que não enfrentam esse problema, anunciou na Huíla o director-geral dos Serviços Penitenciários, comissário-chefe.

António Fortunato anunciou que reclusos da Huíla vão para as cadeias das províncias vizinhas de Namibe e Cunene.

Esta é a solução encontrada pelas autoridades para descongestionar as cadeias da Huíla, caracterizadas por sobrelotação.

Peu-Peu, no Cunene, e Bentiaba, no Namibe, são os estabelecimentos prisionais que oferecem melhores condições para acolher reclusos, segundo António Fortunato, garantindo estar a "trabalhar para melhorar as condições de habilidade e de comodidade dos reclusos.

Há muito que a superlotação das cadeias da Huíla é uma dor de cabeça para os serviços penitenciários.

Concebida para pouco mais de 300 reclusos, a cadeia central do Lubango alberga actualmente mil presos.

António Fortunato disse ainda que a estratégia de transferência de reclusos nas cadeias do país é para ser observada em toda Angola.

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