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Governo e igreja angolana preocupados com "promiscuidade" e crimes sexuais


Ambos opõem-se também à homosexualidade

A Igreja Católica e Governo angolano manifestaram preocupação face à aceitação da homsexualidade e os crescentes indicentes de abusos sexuais e gravides precoce.

Em Angola os casos de abusos sexuais têm sido muito frequentes, segundo revelação feita recentemente pela Ministra da Família e Promoção da Mulher Filomena Delgado, para quem «um pouco por todo país se regista o crescimento de violência sexual».

Os assuntos, segundo a governante, só são conhecidos, quando as consequências são danosas, daí que muitas campanhas de sensibilização têm sido realizadas para pôr fim a este tipo de crime.

A preocupação em relação às famílias angolanas não é apenas das autoridades governativas.

A igreja católica em Angola também está desapontada com os actuais problemas com que se deparam muitas famílias. Para o actual contexto, refere o arcebispo do Lubango, Dom Gabriel Mbilingue, a preocupação é em relação ao fenómeno “mãe solteira e a gravidez precoce”.

De acordo com o prelado, em alguns contextos a situação é resultante da liberalização e a promiscuidade, onde “o sexo está a ser tratado como um outro poder ou ídolo”.

“Infelizmente, em alguns contextos, é também por causa desta liberalização ou promiscuidade do nosso tempo, onde o sexo está a ser considerado como um ídolo ao ponto de o valor como da virgindade tornar-se secundário”, disse.

Nos últimos tempos a abertura a novos modos de viver e de apresentar-se na sociedade tem ganhado corpo em Angola.

No que toca à homossexualidade, há cada vez mais pessoas a assumirem a sua orientação sexual, levantando a bandeira do direito de ser aceite como é.

Dom Gabriel Mbilingue recorda que a este respeito a igreja é claramente contra esta prática apesar de permitir a abertura a vida.

A homossexualidade não é apenas uma preocupação da igreja católica angolana.

A questão foi debatida por ocasião da 18ª sessão do Conselho da Família, onde os partipantes reprovaram esta prática. Fimonena Delgado, a Ministra da Família e Promoção da Mulher diz ser uma realidade preocupante e que choca com os valores culturais e a Constituição angolana é clara em relação a esta matéria.

“Devemos é trabalhar mais na educação das pessoas, porque há aqules casos de fórum genético e biológico. Temos que trabalhar na educação das pessoas”, referiu.

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