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Kwanza Sul: Município de Conda quer mais médicos

  • Fernando Caetano

Aspecto da cidade do Sumbe

Aspecto da cidade do Sumbe

O corpo clínico do único hospital é composto por três médicos e noventa e cinco enfermeiros.

Com uma população estimada em cerca de cem mil habitantes, o município angolano da Conda no Kwanza Sul conta apenas com um hospital.

A sua população dedica-se maioritariamente à actividade do campo numa agricultura de subsistência onde o milho, as batatas rena e doce, o feijão e horto-frutícolas constitui a base da dieta alimentar dos munícipes.

No campo da saúde, a malária, doenças diarreicas e respiratórias agudas, acidentes e mordedura de répteis figuram da lista de principais patologias mais frequentes na região.


Para agravar ainda mais a situação, o hospital que tem a capacidade de internamento para cinquenta e três camas sendo vinte e três para a pediatria, agora só pode albergar vinte e três pacientes.

As causas segundo autoridades sanitárias locais estão na base da falta de camas e colchões bem como a degradação do próprio hospital.

As autoridades locais dão conta que a pediatria nos últimos tempos é a que regista maior números de internamentos sendo dez pacientes internados por dia. O corpo clínico composto por três médicos e noventa e cinco enfermeiros é a julgar pela demanda insuficiente sendo necessário para cobrimento total do município de mais seis médicos de espacialidade e trezentos e quarenta e quatro enfermeiros.

De lembrar que o município da Conda dista cerca de cem quilómetros à sudeste da cidade do Sumbe a capital da província do Kwanza-Sul e está ligada por estrada pelas cidades da Gabela, Sumbe e vila do Seles.

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