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Angola: Repórteres fotográficos queixam-se da polícia

  • Pedro Dias

José Cola Presidente da Associaçao dos Repórteres de Imagem de Angola

José Cola Presidente da Associaçao dos Repórteres de Imagem de Angola

. José Cola diz que “ as autoridades devem agir para impor a ordem".

Revoltados. É a palavra mais acertada para definir o estado de espírito de muitos fotógrafos em Luanda, pelo facto de serem impedidos, em muitos casos, por agentes da polícia nacional, quando estão em reportagem fotográfica nas ruas da cidade capital. A denúncia é do Presidente da Associação dos Repórteres de Imagem de Angola, José Cola.


A associação fundada em 2011, controla vinte mil fotógrafos entre amadores e profissionais. Cândido Rochete, fotografo associado, queixa-se que “há muitas restrições no exercício da arte fotográfica, porque agentes da polícia nacional mal informados têm criado muitos transtornos quando estão na rua”.

O fotógrafo lamenta o facto de ter sido vítima de um polícia quando pretendia fotografar algumas crianças a brincarem.

Entretanto o Presidente da Associação dos Repórteres de Imagem de Angola acha que a censura na arte fotográfica deve existir, “a começar pelo fotógrafo”, defende José Cola.

Por último o presidente da associação alerta a Polícia Nacional, Económica e Serviços de Migração e Estrangeiros da presença em Angola de estrangeiros com visto de turistas a exercerem o trabalho de fotógrafos e ganharem muito dinheiro em detrimento dos nacionais. José Cola pede que “ as autoridades devem agir para impor a ordem.

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