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Angola Fala Só: Bilhete Identidade Delma Monteiro


Angola Delma Monteiro, Activista, Consultora Questões de Género

Angola Delma Monteiro, Activista, Consultora Questões de Género

A activista e consultora para questões de género está envolvida em campanhas como a "Juntos Pelo Fim da Violência Doméstica" e em 2006 instaurou um processo contra o então ministro da Justiça, Paulo Tchipilica.

Esta sexta-feira, 21, a conversa no "Angola Fala Só" é com Delma Monteiro. A jovem activista, consultora e socióloga, sabe que os riscos que corre, mas ainda assim mantém-se firme na sua missão. Já fez teatro e já foi reconhecida por isso, actualmente os palcos do activismo são o espaço onde actua, mesmo recebendo "ameaças veladas constantes".

Nome: Delma Gomes Monteiro
Profissão: Consultora para Questões do Género

Estado Civil: Casada
Filhos: Dois

Data de Nascimento: 4 de Junho de 1977
Signo: Gémeos

Local de Nascimento: Luanda
Destino em Angola: Ilha de Luanda, devido à sua ascedência (Cabo Verde)

Frase: Mais vale morrer por algo do que viver por nada.

Curiosidades: Viciada em Coca-Cola.

Detenções:
Não pode exactamente falar em detenções, mas o mais perto que já esteve de uma detenção foi em 2002.
Estava grávida quando foi chamada a responder na DNIC, devido a um processo movido ministro da Justiça na altura, Paulo Tchipilica.
Mais tarde, em 2006, durante as eleições, foi surpreendida por um processo em Tribunal, movido também por Paulo Tchipilica.

Prémios: Foi seleccionada para participar num programa do Departamento de Estado Americano sobre transparência, para jovens líderes africanos. Ter sido seleccionada entre milhares representou um verdadeiro incentivo para continuar a fazer o trabalho que faz hoje.
Em 1999 ganhou o prémio de Melhor Actriz do Concurso de Teatro Cidade de Luanda e recebeu uma Menção Honrosa pela peça que escreveu - "Em busca do sonho".

Onde estava no 11 de Novembro de 1975?
Não era nascida, mas gostava de ter estado no Largo da Independência, em Luanda, para onde os meus irmãos foram assim que souberam que o Presidente Agostinho Neto ia falar. Mas como muitos, eles foram à revelia dos pais, que estavam mais apreensivos.
Estavam todos ansiosos e eufóricos. Vivíamos no Bairro da Lixeira e na altura apareciam pessoas mortas no bairro e dizia-se que a FNLA cortava as cabeças. A independência iria pôr fim a isso.
Os meus irmão contam que a expectativa e ansiedade era tanta que muita gente foi a correr e vestiu a roupa do avesso ou esqueceu-se de calçar.

Na Internet:
Facebook da Campanha Juntos Pelo Fim da Violência Doméstica
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