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Angola: Estado social, desafios e futuro


Alexandra Simeao, Nelson Bonavena, Makuta Nkondo, Rosa Roque

Alexandra Simeao, Nelson Bonavena, Makuta Nkondo, Rosa Roque

Destaque também para o papel da igreja Católica e da música na luta pela independência. Makuta Nkondo considera a igreja Católica "traidora".

Em 40 anos Angola passou por muitos períodos marcantes, progressos e retrocessos, descrevem analistas e figuras políticas.

No plano económico, orgulha-se de estar na lista dos países africanos com maior crescimento económico.

Contudo o progresso económico que Angola tem vivido não se tem reflectido no progresso social, como explica Alexandra Simeão, ex-vice-ministra da Educação para a Acção Social.

Makuta Nkondo é um jornalista e politico sem papas na língua . Numa conversa com o jornalista Coque Mukuta Makuta afirma que os angolanos tem que começar a confiar na sua juventude e apela à união entre os angolanos poisnão há grandes alternativas politicas.

O professor universitário e cientista político Nélson Bonavena considera a Igreja Católica uma das instituições mais credíveis, do ponto de vista moral e ético, em Angola.

Se antes da Independência, havia duas sensibilidades no seio da igreja, uma próxima do regime português e outra nacionalista e defensora da independência, depois de 1975, a Igreja Católica, como um todo, assume duas posturas diferentes, no tempo: uma de críticas ao regime que quis contrapor a religião cristã com o marxismo, avançando, inclusive, com a nacionalização dos bens da Igreja, e outra de reconciliação entre irmãos desavindos, a partir de 1990, sendo hoje uma igreja com forte engajamento social e apostólico, mas menos críticas.

Makuta Nkondo parece confiar pouco nas igrejas , criticando tanto as estabelecidas como a católica como as seitas que apareceram.

Rosa Roque, professor de música e compositora destaca a importância da música como instrumento de luta antes da independência.

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