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Angola: Erradicar o analfabetisno

  • Agostinho Gayeta

A meta traçada pelo governo de Angola angolano para a erradicação do analfabetismo até 2025 em todo país foi expressa Segunda-feira pelo Ministro de Estado e Chefe da Casa Civil da Presidência da Republica quando discursava na cerimónia de abertura do Fórum Nacional de Educação para Todos, que decorreu de 26 a 28 deste mês na capital angolana.


Edeltrudes Costa destacou a subida da taxa de alfabetização de 50 porcento para 65.6 porcento e a redução da taxa de analfabetismo de 50 para 34.4 porcento nos últimos onze anos.

Para a garantia de educação para todos e a redução do analfabetismo a Rede Angolana de Educação para Todos recomenda que se passe da palavra à acção.
Victor Barbosa Coordenador da rede EPT Angola assegura que a formação de quadros não representa a melhoria qualitativa de um sistema de educação, por isso defende o enquadramento dos quadros formados.

O Fórum de Educação para Todos significou para o SINPROF, Sindicato Nacional dos Professores oportunidade para o estudo aprofundado dos problemas e esforço de todos para que o ensino em Angola seja inclusivo e abrangente à todos.

Quanto ao Nível profissional Guilherme Tuluka antigo Director Nacional dos Recursos Humanos do Ministério da Educação defende a existência de uma componente que incentive o aumento do nível académico, colocando os profissionais numa permanente situação de competitividade positiva.

O governante entende que o principal problema do sector de ensino consiste no facto dos professores fazerem da docência um meio para angariação de “dinheiro”.

O responsável sublinha que o sistema de avaliação de desempenho já em fase de implementação em Angola (que vai determinar o aumento salarial e a ascensão de categoria) é um dos mecanismos que poderá resolver este problema.

A questão da avaliação do desempenho da carreira docente tem sido amplamente discutida pela classe docente.

O SIMPTENU Sindicato dos Trabalhadores e Professores do Ensino Não Universitário promove uma série de debates para avaliar os benefícios do instrumento jurídico.

O Secretário Geral do SIMPTENU Avelino Kalunga entende que uma avaliação dos Decretos 3/2008 de 4 de Março e 7/2008 de 23 de Abril é um processo obrigatório.

Este é um assunto que a VOA em Luanda vai abordar com mais profundidade em próximos espaços informativos.
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