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Angola: CNE rejeita acusações da UNITA


Júlia Ferreira porta voz da CNE

Júlia Ferreira porta voz da CNE

CNE diz que acusações não têm fundamento na lei ou constituição; acusa UNITA de levantar "falsos problemas" e de não cumprir ela própria a lei eleitoral

A Comissão Nacional Eleitoral de Angola, CNE, rejeitou as acusações do maior partido da oposição, UNITA, de estar a cometer irregularidades na condução do processo eleitoral.


Depois de analisar um memorando apresentado pela UNITA, a CNE disse “não existirem razões ancoradas na constituição e na lei para fundamentar as questões suscitadas” pela UNITA.

A porta-voz da CNE Júlia Ferreira disse que a UNITA tinha colocado “um falso problema” ao abordar a questão do numero de eleitores não coincidir com o numero de habitantes de um determinado circulo ou localidade,

“Não tem que haver necessariamente uma coincidência entre o número de habitantes de uma determinada localidade e o número de eleitores existentes,” disse ela.

A porta voz disse que a queixa da UNITA sobre nomes de eleitores que não constam das listas, a CNE afirma que se deve ao facto do sistema detectar de imediato situações de “duplo registo” e “o sistema dá essa resposta”.

A porta-voz negou também as acusações da UNITA que as pessoas escolhidas para as mesas de voto favorecem o partido no poder.

“ Partidos políticos, nomeadamente a UNITA, não cumpriram com os prazos estabelecidos e a CNE fez sucessivas prorrogações,” disse ela.

“Até ao momento continuamos sem receber a lista nominal dos delegados da UNITA em relação a alguns municípios,” acrescentou.

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