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Angola Cinemas: Mais do que um livro uma revisitação ao cinema que rompia barreiras


 Miguel Hurst Angola Cinemas

Miguel Hurst Angola Cinemas

Do Cine Atlântico ao Karl Marx, do Kalunga ao Cine Benguela, do Ruacaná ao Estúdio 404, do Miramar ao Ngola, sem esquecer o Imperium ou o Tropical, muitas são as telas gigantes hoje abandonadas ou transformadas, que marcaram uma época fantástica não só do lazer em Angola, como especialmente da arquitectura que as salas envergavam.

Essa arquitectura chamou a atenção do actor e encenador Miguel Hurst, que em colaboração com o fotógrafo Walter Fernandes e com as arquitectas Maria João Grilo, Maria ALice Correira e Paula Nascimento publicou o livro Angola Cinemas, em português e inglêsm lançado a 15 de Abril.

A conversa com Miguel Hurst revisita uma altura em que as salas de cinema eram mais do que a 7ª arte, eram também um espaço que coloca o cinema em "defesa da liberdade" (período pré-independência) e que juntava toda a gente no mesmo espaço.

O livro tem como objectivo também chamar a atenção para a preservação de salas com uma estrutura arquitectónica única:

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