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Estudo revela que 60 por cento dos angolanos vivem com menos de dois dólares diários

  • Manuel José

Dados são do relatório económico e social do Centro de Investigação da Universidade Católica de Angola.

Os relatório económico e social do Centro de Investigação da Universidade Católica de Angola (CEIC) conclui que a economia do país sofreu uma desaceleração estrutural e como consequência as condições sociais dos angolanos agravaram-se nos últimos dois anos.

Alves da Rocha, investigador e professor da Universidade Católica de Angola, apresentou o relatório, referindo que o declínio da economia angolana começou em 2015.

O investigador disse ainda que 60 por cento da população vive com menos de dois dólares por dia e o cenário não tem previsão de melhoria.

O vice-presidente da UNITA, Raúl Danda, presente na apresentação, comemtou que "as coisas tendem a agravar-se ainda mais".

''Estamos perante um quadro sombrio por culpa de quem dirige o país'', acrescentou Danda.

Por outro lado, Gildo José reconheceu que a situação social actual tem como causa a redução do crescimento económico.

Mercado Zango 1 em Luanda

Mercado Zango 1 em Luanda

''Qualquer desequilíbrio na macro-economia influencia a situação social que vivemos hoje'', reforçou Gildo José.

O relatório social do CEIC concluiu também que houve um agravamento considerável das condições sociais dos angolanos e um défice de participação democrática.

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