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Emigrantes moçambicanos na África do Sul debaixo do espectro da deportação

  • Simião Pongoane

Sinais de xenofobia podem impedir apoio governamental.

Governo sul-africano quer ajudar as vitimas das recentes inundações, incluindo emigrantes moçambicanos, no bairro de Alexandra, em Joanesburgo, atribuindo casas melhoradas ou terrenos para a construção.

Mas, um grupo de sul-africanos opõe-se e exige a deportação dos emigrantes ilegais.

Alguns emigrantes moçambicanos afectados pelas enxurradas não tem documentos de residência permanente, nem empregos formais.

Outros trabalham em pequenos negócios informais.

Elsa Inguane é uma delas. Trabalha como empregada de casa e numa pequena loja de produtos de consumo de um moçambicano com residência permanente na África do Sul.

Ela está feliz com o seu trabalho e consegue sustentar a sua família em Moçambique.

O mesmo não acontece com Joaquim Gazane, que vive na África do Sul há 16 anos. Depois de perder emprego na construção civil, Gazane passou a mendigar nas ruas de Joanesburgo.

Gazane diz que desconhece o paradeiro dos seus familiares em Maputo.

Sem documentos de residência permanente na África do Sul ou tecto fixo, Gazane perdeu-se.

Mas tal como muitos, diz que quer "organizar qualquer coisa" antes de regressar à terra.

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