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Advogado de defesa critica morosidade do julgamento dos activistas

  • Coque Mukuta

Luís Nascimento

Luís Nascimento

Luís Nascimento concorda com decisão do juíz de o tirbunal militar julgar tenente Osvaldo Caholo.

O tenente da Força Aérea Angolana Osvaldo Caholo, um dos 17 réus em julgamento acusados de actos preparatórios de rebelião e golpe de Estado, vai responder também em tribunal militar pelos crimes de extravio de documentos militares e divulgação de segredo militar.

O advogado de Caholo, Luís de Nascimento, critica no entanto a morosidade do julgamento que será retomado a 25.

Nascimento diz ser “razoável a decisão tomada do juiz porque estão a ser analisados aspectos bem diferentes”.

Em relação aos efeitos desta decisão, Luís de Nascimento afirma que não vai variar muito por não existir acto de apreensão do dito documento secreto e caso existisse não teria sido feito por mandado de um magistrado judicial.

“A acusação deve provar que foram encontrados no acervo do Caholo os tais documentos”, reiterou.

Quanto ao julgamento, aquele advogado de vários activistas critica a sua morosidade.

Ao se referir à decisão do juiz de convocar todos os membros do suposto Governo de Salvação Nacional, Luis Nascimento lembra que o tal Governo serve de diversão por não ser da autoria dos réus.

O julgamento dos 17 activistas foi retomado na segunda-feira com a audição dos padres Pio e Congo, mas foi suspenso ontem por falta de declarantes.

As audiências serão retomadas no dia 25.

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