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Advogado acusa chefe da polícia de Benguela de violar a lei


Tribunal Provincial de Benguela. Angola

Tribunal Provincial de Benguela. Angola

Queixa foi apresentada à Procuradoria-Geral da República.

O jurista Francisco Viena apresentou à PGR uma queixa contra o comandante municipal da Polícia Nacional em Benguela, superintendente chefe Melquíades Bravante Kundy, devido a supostas ordens de perseguição a dois constituintes seus. Um dos constituintes, Luís Carmelino, detentor de uma enorme parcela de terra que está no centro de um contencioso judicial, terá sido detido de forma arbitrária a mando do oficial superior da Polícia Nacional.

Francisco Viena acusa o comandante municipal de envolvimento numa rede de indivíduos que tencionam esbulhar os terrenos.

Viena diz ter conseguido livrar o seu cliente das garras de 20 agentes da Polícia Nacional, prontos para arrastá-lo em direcção à prisão, graças à intervenção de uma magistrada do Ministério Público.

Com a queixa endereçada à PGR, o causídico pretende pôr fim às intimidações aos cidadãos Luís Carmelino e Alice Costa, que têm no terreno uma frota de camiões.

Agastado, Viena fala de um comandante sem conduta para dirigir os destinos da Polícia no município sede da província de Benguela.

Diante deste cenário, refere não ter dúvidas de que existem muitas figuras atentas ao negócio dos terrenos.

Contactado pela VOA, o comandante Melquíades Bravante Kundy optou por não gravar entrevista, mas ressaltou que nada tem a ver com este caso.

Trata-se, segundo salienta, de um caso de justiça.

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