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Activistas angolanos interrogados pelo Serviço de Investigação Criminal

  • Coque Mukuta

Domingos da Cruz, um dos activistas

Domingos da Cruz, um dos activistas

Os advogados de defesa participaram das sessões e os activistas estão de regresso à cadeia de Calomboloca.

Três dos 15 activistas do autodenominado Movimento Revolucionário de Angola acusados pela procuradoria-geral da República de planear um golpe de Estado foram ouvidos esta quarta-feira, 12, pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC).

Nito Alves, Luaty Beirão e Domingos da Cruz foram interrogados em separado e cada sessão durou cerca de duas horas, com a presença dos respectivos advogados de defesa.

A mãe de Nito Alves, Adalia Chivundo, que aguardou o fim dos interrogatórios no exterior do edifício, diz-se expectante quanto ao desfecho do processo.

Ela revelou que, à última hora, os advogados convocaram os familiares dos detidos para estarem presentes, mas não tiverem contacto com os activistas que apenas foram vistos de longe.

Apesar dos esforços desenvolvidos pela VOA, não foi possível falar com os advogados de defesa dos activistas Luis do Nascimento e Walter Tondela.

Há mais de duas semanas, os advogados deixaram de dar explicações sobre o andamento do proceso

À hora do envio desta peça os três activistas estavam de regresso à prisão da Calomboloca.

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