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Activistas angolanos apresentam "Eu sou pela coligação"

  • Coque Mukuta

"Eu Sou Pela Coligação", dístico da campanha

"Eu Sou Pela Coligação", dístico da campanha

Defendem coligação de partidos como forma de enfrentar o MPLA

Os17 activistas angolanos condenados e depois amnistiados em 2016 propuseram nesta terça-feira, 14, em conferência de imprensa bandeiras e siglas para uma possível coligação entre os partidos políticos na oposição para fazer frente ao MPLA nas eleições de Agosto.

A campanha, segundo os organizadores, pode minimizar a fraude que já começou a ser engendrada pelo partido no poder.

Luaty Beirão, Nuno Álvaro Dala, Sedrick de Carvalho, José Gomes Hata, Nito Alves, Afonso Matias “Mbanza Hamza”, Hitler Samussuko, Inocêncio Brito “Drux”, Arante Kivuvu, Albano Bingubingu, Benedito Jeremias, Osvaldo Caholo, Rosa Conde Laurinda Goveia e Dago Nível são os subscritoresda proposta apresentada aos partidos da oposição para se coligaram.

Do grupo dos 17, apenas Domingos da Cruz diz não estar por dentro do projecto.

Os activistas afirmam ainda que o projecto está em aberto para a entrada de mais organizações e activistas que queiram se juntar à iniciativa denominada: "Eu Sou Pela Coligação..."

No dia 20 de Fevereiro, os activistas remeteram aos partidos políticos da oposição cartas sobre a coligação, mas até ao momento só o PDP-ANA e o Bloco Democratico responderam positivamente.

Luaty Beirão afirma que esta iniciativa pode minimizar a fraude no país.

“O MPLA precisa estar na oposição porque faz bem à oposição, uma vez que ele é que trouxe os problemas e sabe onde estão os problemas”, disse, acrescentando que “esta iniciativa pode minimizar a fraude”.

O porta-voz da UNITA Alcides Sakala afirma que o seu partido está aberto para uma possível coligação e alertou que entre os partidos políticos da oposição com assento parlamentar já existe uma plataforma conjunta.

“Nós a UNITA estamos abertos para debater esta questão” disse.

A VOA tentou contactar o porta voz da CASA-CE mas sem sucesso.

Recorde-se que Isaías Samakuva, presidente da UNITA, e Abel Chivukuvuku, líder da CASA-CE, já tinham descartado a possibilidade de uma possível coligação antes das eleições.

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