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Acnur pede a Angola que acelere a atribuição do estatuto de refugiados

  • Redacção VOA

Foto de Arquivo

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Há 30 mil refugiados a aguardar pelo estatuto.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) instou nesta terça-feira ao Governo angolano a acelerar o processo de atribuição do estatuto de refugiados ao abrigo da nova Lei do Asilo.

"Para o Acnur, seria muito importante dar o mais depressa possível todos os passos necessários para a implementação da nova lei sobre o direito de asilo e do estatuto de refugiado, para que os regulamentos administrativos necessários à sua implementação estejam finalizados e publicados", defendeu o representante daquela agência da ONU em Luanda, Hans Lunshof, na abertura de um encontro com as autoridades angolanas para um Diálogo sobre o Asilo em Angola.

Aquele responsável diz ser necessária a criação de uma nova estrutura, em substituição do Coreda, que deixou de existir com a entrada em vigor da nova legislação em Junho, “que esteja preparada para assumir o seu papel”.

Angola acolhe cerca de 30 mil refugiados que aguardam o estatuto de asilo, na sua maioria, provenientes da Região dos Grandes Lagos, República Democrática do Congo, Somália, Guiné Conacri, Guiné-Bissau e a Costa do Marfim.

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