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Abraço de Fidel Castro mudou a vida de um moçambicano

  • Francisco Júnior

António Pinto de Abreu, PCA da LAM, Moçambique

Depois do abraço, Pinto de Abreu foi estudar a Cuba, "um país que investe nas áreas certas".

O economista António Pinto de Abreu, actualmente com 51 anos, diz que decidiu ir estudar para Cuba depois de ter sido abraçado pelo “El Comandante”.

Pinto de Abreu fez parte do primeiro grupo de moçambicanos que foi estudar em território cubano, em 1977.

É dos poucos moçambicanos que teve o privilégio de conhecer e de ser abraçado por Fidel Castro.

Foi na Beira, segunda maior cidade moçambicana, e ainda se lembra bem da data: 21 de Março de 1977.

Tinha 12 anos quando viajou pela primeira vez para Havana, onde fez a quinta, sexta, sétima, oitava e nona classes.

Regressou a Maputo com 17 anos e diz que não se arrependeu porque aprendeu muito com os cubanos.

“Os cubanos são um povo sério que investe muito em áreas vitais, como a educação e a saúde, algo que, no entender do economista, não é feito em muitos países, mesmo alguns dos mais ricos do mundo”, diz.

António Pinto de Abreu, mestre em economia financeira pela Universidade de Londres, e licenciado em economia pela Universidade Eduardo Mondlane foi vice-Governador do Banco de Moçambique e é presidente do Conselho de Administração das Linhas Aéreas de Moçambique.

Pinto de Abreu diz que lamenta a morte de Fidel Castro, um homem que, na sua opinião, só merece respeito e admiração.

Pinto de Abreu não se cansa de elogiar Fidel Castro e os cubanos.

Pinto de Abreu não vai com frequência a Cuba, mas diz que irá, sempre que puder e que já fez questão, inclusivamente, de levar para lá a família.

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