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Suécia: Procuradores arquivam processo de má conduta sexual contra o fundador do WikiLeaks


Julian Assange, fundador do WikiLeaks

Julian Assange, fundador do WikiLeaks

Procuradores na Suécia arquivaram o processo de investigação sobre os alegados casos de má conduta sexual contra o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, porque o prazo para apresentar as acusações expirou.

No processo, duas mulheres suecas acusavam Assange de violação e mã conduta sexual numa visita àquele país em 2010. A investigação da menor acusação (má conduta sexual) expirou este mês, mas as autoridades suecas ainda querem questionar Assange sobre a acusação de violação, o que pode acontecer até 2020.

O australiano de 44 anos encontra-se refugiado na Embaixada do Equador em Londres desde 2012, depois de os tribunais ingleses terem afirmado que poderia ser extraditado para a suécia a fim de ser questionado.

Assange refutou todas as acusaçãos e disse que tinham motivações políticas. Receia que a Suécia poderá entregá-lo aos Estados Unidos, onde poderá ser julgado pela publicação de informação classificada.

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