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Administrador do Huambo acusado de racismo


Cidade do Huambo

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Acusações seguem-se a um conflicto sobre terras

Um conflito de terras o ano passado no Huambo levou a acusações de racismo contra o administrador José Marcelino e vários meses depois isso continua a a provocar ressentimentos.



Os queixosos afirmam que o tribunal não respondeu ás acusações formais que fizeram sobre essa questão contra o administrador.

Em 2012 um grupo de 7 pessoas na sua maioria residentes no bairro de Fátima, área do Sassonde e membros da auto-intitulada Comissão dos Antigos Funcionários e Filhos da Zona do Sassonde, possuidores de pequenas parcelas de terreno, acusaram em tribunal o administrador de racista.

Na ocasião aquele grupo tentava reclamar suas parcelas de terras para o cultivo, mas no local e segundo os queixosos Macelino disse que não falava com os negros deixando a população muito revoltada, segundo autos do processo numero 130/012.
Posteriormente o tribunal declarou a favor dos queixosos na questão das terras mas não respondeu ás alegações de racismo.

Em declarações a Voz da América, um munícipe envolvido no processo e que se diz membro do partido no poder, o MPLA, mas que pediu anonimato com medo de sofrer represália disse que José Marcelino tem privilegiado mais as pessoas de raça branca em detrimento dos negros.

“ Quando você chega ao gabinete dele ele atende de uma outra maneira as pessoas da sua cor e nós da cor negra somos mal atendidos,” disse.
A VOA tentou sem sucessos ouvir o administrador do Huambo.

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