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Congresso da CASA CE sem modificações

  • Manuel José

Abel Chivukuvuku

Abel Chivukuvuku

Coligação vai manter-se e presidente será Abel Chivukuvuku

Um ano depois da sua criação, CASA-CE, a terceira força partidária angolana realiza a partir de Terça-feira o seu primeiro congresso extraordinário.




Duas questões em principio já não vão sofrer alteração: A CASA vai continuar como coligação e Abel Chivukuvuku vai continuar a mandar na coligação até 2017.

Na abertura do conclave Abel Chivukuvuku assegurou que dentro de 5 anos a CASA-CE vai ser poder em Angola.

"Chegou a hora de crescer e ganhar maturidade e assumir os destinos do país em 2017," disse.

Chivukuvuku quer com este congresso criar um estado de justiça social para todos angolanos.

"O congresso que hoje inicia deve representar uma Angola de justiça social livre de pobreza, do medo e da corrupção," disse o presidente da CASA CE pra quem o que existe hoje em Angola è uma democracia “de fachada”.

"Hoje impera em Angola uma democracia de fachada, quando na verdade se trata de um regime autoritário, caracterizado pelo poder pessoal de um cidadão," disse o dirigente da CASA-CE

O congresso da CASA vai até Quinta-Feira e não está livre de luta de opiniões.
já que existem duas correntes de congressistas.

Os “legalistas” defendem que não haja eleição do presidente neste congresso, enquanto os “legitimistas” que defendem eleição do presidente já.

Vàrias personalidades foram convidadas entre elas partidos políticos mas o partido no poder, o MPLA, não apareceu.

O jornalista e activista civico Rafael Marques está presente no Congresso e descreveu a CASA CE como “mais uma força, um contributo ao exercício da cidadania e democracia em Angola"
O Congresso termina na Quinta-feira
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