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Não há pessoal, não há centro médico

  • Fernando Caetano

Em Porto Amboím centro médico encerra depois de ter sido inaugurado

Um centro médico em Porto-Amboim continua com as portas encerradas seis meses depois da sua inauguração pelas autoridades da província.




A situação deve-se à falta de recursos humanos entre médicos, enfermeiros e pessoal administrativo, disse o chefe de secção municipal da saúde Gernando Gomes Troco.
Para Troco o centro com uma capacidade instalada de trinta camas necessita de pelo menos setenta trabalhadores efectivos.

“Nós não temos o pessoal previsto para este centro que é um dos maiores centros que temos aqui a nível do município,” disse.

“O pessoal que nós temos vindo do concurso público do ano passado é ínfimo mas estamos a envidar esforços para junto do senhor administrador vermos o meio termo para pormos cobro a esta situação, “acrescentou Troco.

“Temos material conservado, o material é novo, só não arranca porque não temos pessoal,” disse ainda o chefe de secção municipal da Saúde que disse terem sido propostos vários projectos ao governo local uma vez que o mesmo não dispõe de verbas para o sucesso que se pretende.

Acrescentou que com a aprovação do Orçamento Geral do Estado, o mesmo venha a ser bafejado pela sorte com a injecção de mais força de trabalho.
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