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Bento Bembe: Destruir o Monumento de Simulambuco seria "genocídio" do povo de Cabinda

  • José Manuel

Monumento do Tratado de Simulambuco, em Cabinda

Monumento do Tratado de Simulambuco, em Cabinda

A governadora de Cabinda Aldina Barros da Lomba estará a enfrentar o primeiro teste politico ao admitir a requalificação do monumento de simbulambuco, há muito regeitada por Luanda por aparentemente minar a unidade nacional, não obstante se ter reconhecido legalmente as especificidade do enclave.




E é na sequencia deste desiderato politico que o forum Cabindes para o dialogo mobilizou centenas de cidadaos, entre politicos e civis para celebrar o aniversário do tratado de simulambuco considerado como o marco historico da identidade dos cabindas como um povo distinto de Angola.

Ao discursar por ocasiao das celebrações António Bento Bembe disse aos presentes que não se pode inventar e deformar a história do tratado e todo aquele que ousar a destrui-lo estaria a cometer um genocidio ao povo de Cabinda.

"Destuir isto seria um crime no âmbito do direito internacional, semelhante ao genocídio de um povo. Por isso mesmo, ninguém ousou destruir este marco histórico", disse o político angolano.

Bento Bembe lembrou ser importante ensinar às novas gerações sobre a origem do território por forma a honrar os signatários do memorial de Simulambuco.

Não obstante os acordos de paz que assinou em 2006 com o governo angolano, o também responsavel governamental para os direitos humanos disse que os ideais do Tratado do Simulambuco não devem ser esquecidos e, independentemente do contexto politico, devem ser preservados.

Com a assinatura do Tratado de Simulambuco, Portugal reconheceu Cabinda como um povo segundo as suas leis e usos, prometendo-lhe auxílio e protecção.
Os príncipes e dmais chefes e seus sucessores declaravam, voluntariamente, reconhecer a soberania de Portugal, colocando sob o protectorado desta nação todos os territórios por eles governados.

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