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Polícia da Huíla intensifica fiscalização de empresas de segurança

  • Teodoro Albano

Superintendente-chefe, da Polícia Nacional na Huíla, Fernando Feliciano António (VOA / Teodoro Albano)

Superintendente-chefe, da Polícia Nacional na Huíla, Fernando Feliciano António (VOA / Teodoro Albano)

Chefe da polícia pede às empresas que cuidem da formação, postura e salários dos guardas que empregam ao seu serviço.

A polícia de ordem pública na Huíla vai reforçar em 2013 a fiscalização do desempenho das empresas de prestação dos serviços de protecção e segurança privadas.
Na província estão legalizadas um total de 81 empresas de segurança privada sendo que apenas 37 exercem a sua actividade. A estas juntam-se outros 44 sistemas de autoproteção tidos como aquelas empresas que constituem no seu interior um corpo de segurança.

O assunto foi motivo de um encontro recente entre responsáveis destas empresas e a polícia de ordem pública na zona.

O director da polícia de ordem pública, superintendente chefe, Fernando Feliciano António, mostrou-se preocupado com o desempenho de algumas destas empresas, e lançou um aviso a aquelas que têm feito tábua rasa à lei violando as normas que regulam o exercício da actividade.

“Muitos deles embora com alguma experiência militar porque são ex-militares desmobilizados de guerra, mas outros ainda sem qualquer experiência sem qualquer preparação militar e nós também reiteramos este apelo aos responsáveis das empresas no sentido de cada vez mais irem preocupando-se pela preparação do efectivo, velarem pelas condições de trabalho dos próprios efectivos, a uniformização, a postura e acima de tudo cuidarem um bocado daquilo que é remuneração a que estes protectores têm estado sujeitos", disse Fernando Feliciano António.

A utilização das armas de guerra pelas empresas de segurança, também abordada no encontro, deve ficar ultrapassada com a lei por aprovar que irá regular a actividade privada de segurança.

Fernando António disse no entanto que este é assunto que já tem merecido abordagem da polícia. "Já soubemos que por força da própria lei não hão-de ser armas de guerra, mas sim armas de defesa com calibres ajustados ao tipo de actividades que eles desenvolvem e também desenhar-se o mecanismo de aquisição deste armamento as formas da eventual comercialização no país e como será legalizada toda essa actividade”.

No último trimestre de 2012 sete protectores estiveram envolvidos em crimes diversos desde homicídio, furtos e falta de responsabilidade no local de trabalho.
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