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Morte de jovem pela polícia lança incerteza nas eleições na Lunda Sul

  • Almeida Sonhi

Agente da policia anti-motim de Angola

Agente da policia anti-motim de Angola

Jovem morto era membro da UNITA e foi baleado alegadamente por um agente da policia que procurava pôr fim a uma disputa familial

Na província da Lunda Sul, a morte acidental de um jovem pela polícia está a causar crispações políticas em tempo de eleições.
Os familiares rejeitaram o corpo da vítima as autoridades, isso enquanto o líder local da UNITA assumiu em intermediar o conflito.
Tudo aconteceu quando a polícia na tentativa de resgatar um idoso acusado de práticas de feitiçaria , que estava a ser torturado pela família, fez tiroteios resultando da acção a morte de um cidadão inocente.
O jovem era Secretário da Jura, organização juvenil da Unita na aldeia do Luele no Município do Dala.
O secretário Provincial da Unita Virgílio Pedro Samussongo, mostra-se constrangido e pede calma aos militantes que elevam a ocorrência a tomar contornos políticos, dum lado e os familiares do malogrado que invadiram o comando da Polícia para deixar o corpo do Jovem Inocêncio
O responsável da UNITA pede às instâncias superiores da corporação para um trabalho de humanização dos homens da farda azul e condena veementemente a ocorrência.
Em momento de eleições os homens da ordem pública dão sinais de incompetência e provocação, a Unita mobiliza militantes a evitar confusão pelo assassinio de seu membro.

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